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sábado, 25 de fevereiro de 2017

NUM GESTO TÍMIDO,
UM TURBILHÃO DE SENTIMENTOS


Ele não soube fazer Michael ouvir "eu te amo"
mas soube fazê-lo sentir "eu estou aqui".

Eu tenho em conta que essa é a imagem mais significativa e forte da vida de Jackson. Não estou dentro dele para saber, mas eu sinto isso na alma.

Um gesto tímido, quase escondido.... apenas um toque; e vale mais do que um turbilhão de palavras, ainda mais vindo desse homem,  o duro Joe Jackson.

Houve um tempo em que a minha mágoa em relação ao Joe era maior do que a própria mágoa de Michael. Eu tomei as dores mesmo, tive sentimentos duros e negativos com relação a ele, afinal, ele machucou profundamente o Amor da minha Alma.

Mas, quando me deparei com essa foto, algo começou a mudar dentro de mim com relação a esse homem que deu a vida a Michael. E pude ver que ele não é tão duro assim, que ele tem sentimentos, que ele ama esse filho com paixão..., mas ele não sabe dizer. Como deve ser terrível não saber falar o que sente! Que passado duro e árido teve Joe para deixá-lo assim tão mudo!

Acho que a mágoa maior de Michael - muito maior do que a dor das surras de chicote - era a dor de nunca ter ouvido da boca do pai um tão furtivo quanto "eu te amo!" Acho que teria bastado uma vez. Mas Joe não sabe falar o que sente, não sabe demonstrar o que sente, sente-se menos homem em admitir que sente algo por alguém.

Eu não consigo imaginar o sofrimento interno desse homem, a dor muda que ele carrega no peito a ponto de lhe comer as palavras. Sim, porque Joe Jackson não é tímido, e o tímidos falam... baixinho, mas falam. Mas Joe não sabe falar.

Esse pequeno gesto de Joe, que o redimiu perante minha alma, só não é maior do que o gesto de Michael em perdoá-lo. Mais difícil do que não saber falar é saber perdoar, porque o perdão só existe quando é de coração.

Apesar das profundas cicatrizes, o velho Joe cumpriu o seu papel. Talvez a divindade tenha roubado as palavras de Joe para que elas não interferissem na lapidação do seu diamante. Michael entendeu as dificuldades emocionais do pai, entendeu o seu papel e deu o primeiro passo. Era 2001, ele mesmo já era pai de dois filhos, e estava a caminho de seu discurso de lançamento da Fundação "HEAL THE KIDS", na Universidade de Oxford, na Inglaterra, quando falou para uma platéia repleta de acadêmicos. Nesse dia, pela primeira vez desde os seis anos de idade, ele o chamou de "papai". Inimaginável esforço de ambos.

Michael, você é minha escola viva! 

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Este artigo é protegido por direitos autorais. O autor dá permissão de compartilhá-lo, através de qualquer meio, contanto que os créditos sejam incluídos: nome do autor, data da postagem e o local onde se obteve a informação divulgada com o corpo da mensagem. É expressamente proibida sua comercialização sob qualquer forma ou seu conteúdo adulterado ou parcialmente divulgado (trechos da mensagem) ou utilizado para base de qualquer trabalho sem prévia permissão do autor. Sempre incluir o endereço eletrônico do site oficial no Brasil: michaelsiriano.blogspot.com.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

WE’VE HAD ENOUGH


BASTA!



Por Andréa Luisa Bucchile Faggion

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Meus amigos, vamos celebrar! 'We've Had Enough' (Tivemos o Bastante)! A maravilhosa 'We've Had Enough', não é mais um desabafo sobre o linchamento que Michael Jackson vem sofrendo nas mãos dos neoconservadores, falsos moralistas e fundamentalistas que detêm o poder na América. Embora seja universal, no atual contexto, ela é sim um desabafo sobre o que o mundo todo vem sofrendo nas mãos desses republicanos de Bush que tratam gente "esquisita" com algemas e bombas.

Como estamos falando de Michael Jackson, não espere a banalidade de versos como "nós queremos paz" ou "a América mente". A música mais política da carreira de Michael Jackson, sim esqueça 'They Don't Care About Us', não carrega bandeiras políticas explícitas ou levanta bordões anti-Bush. Michael Jackson é o contador de estórias do mundo contemporâneo. Como os sábios de séculos ou mesmo milênios atrás, ele faz sua crítica com parábolas e causos. Foi assim quando ele dançou seus sonhos em forma de livro, por exemplo.

Em 'We've Had Enough', ele nos leva a imaginar como um pai contaria a uma criança sobre a morte da mãe em um ataque militar, e vice-versa. Há algo mais simples e direto do que esse apelo? Há alguma ideologia que se sobreponha à crua constatação de uma vida interrompida, justificando momentos assim?

Como me disse em conversa nosso ex-diretor e meu amigo Alvaro Zanotti, estes versos que retratam inocentes pedindo uma explicação sobre a orfandade provocada pela guerra soariam piegas na boca de qualquer outro. Com Michael, eles soam dolorosamente humanos, fazendo-nos pensar, ou melhor, sentir como pudemos permitir que isso acontecesse. Esta é uma das funções de Michael Jackson no mundo: ele nos faz ver o que há de mais simples que, de tão óbvio, não percebemos mais; ele nos mostra que teorias complicadas e sofisticações intelectuais não valem de nada perante a dor nua e humanamente crua.

Fazer-nos imaginar uma garotinha perguntando a um oficial se Deus lhe disse que ele poderia decidir quem poderia viver e quem deveria morrer é o jeito de Michael de nos ensinar que nenhuma idéia vale uma vida, como diz explicitamente e, portanto, sem a mesma força, uma canção brasileira. É o jeito de um homem simples que olha para a vida sem as lentes das convenções, das ideologias, das fórmulas e das regras... É o jeito de um homem que nos toca por olhar o mundo simplesmente como ele é. A propósito, será que um dia vão entender que é só isso que ele quer dizer quando diz que temos a aprender com as crianças?

Dizem os estetas que a arte é sempre crítica, mesmo em um conto de fadas de chapeuzinho vermelho, porque a arte é, no mínimo, a criação de uma utopia, ou seja, de um mundo que não tem lugar, ao menos ainda, no mundo real. Portanto, mesmo o artista mais apolítico, ao criar seu próprio universo, sempre coloca outra possibilidade de mundo e, assim, questiona, ainda que involuntariamente, o mundo que de fato existe.

Mas ao criar o mundo de 'We've Had Enough', Michael certamente sabia o que estava fazendo e, desta vez, não colocou nenhuma utopia. O que faz de 'We've Had Enough' sua obra mais política é justamente a identificação entre o conto e o real no contexto atual. A música fala, sem se referir, de uma realidade que não é só de guerra como também de possibilidade de mudança. Michael grita que temos escolha. Sim, os americanos, justamente agora, puderam escolher entre o "senhor da guerra que não gosta de crianças" e o mal menor, o falso caçador de gansos, John Kerry. Aliás, diga-se de passagem, eles, infelizmente, acharam que ainda não tinham tido o bastante.

Mas esta foi a ousadia política de Michael Jackson. Atacar a guerra, não pelas mentiras de Bush ou pelos prejuízos causados aos cofres públicos, mas por negar o direito que os pacificadores do mundo se deram de matar em nome da paz. Sua ousadia artística, por sua vez, se deu, mais uma vez, na estrutura da canção. Quase 6 minutos sem um refrão propriamente dito! Que rádio vai executá-la?

Bom seria se fossem todas! Bom seria se ela tivesse ecoado em toda cabine de votação da América! A propósito, esta canção me faz lembrar de um novo documentário que será lançado quase simultaneamente ao box set no Reino Unido. O documentário, que traz a participação da obsessiva psiquiatra Carole Lieberman e do falso detetive Ernie Rizzo, ambos em sua eterna cruzada contra Michael, nos diz que não podemos entender Michael Jackson, porque sua noção de realidade é por demais distante da nossa. Ora, antes nossa realidade fosse mais próxima da dele, não é? Ao menos, em sua fantasiosa Neverland, ao contrário do nosso real Iraque, as crianças estão a salvo, até que se prove o contrário...
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Fonte: http://www.reidopop.com/mjbeats/showthread.php/28785-Artigo-Basta! – Out/2004


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

MICHAEL COMANDA A TRANSFORMAÇÃO


"Quanto mais velho fico, mais me impressiona a fragilidade e incerteza de nosso conhecimento e tanto mais procuro refúgio na simplicidade da experiência imediata para não perder o contato com as coisas essenciais, isto é, as dominantes que governam a existência humana [...] É bem possível que estejamos olhando o mundo do lado errado e que poderíamos encontrar a resposta certa, mudando nosso ponto de vista e olhando o mundo pelo lado correto, isto é, não pelo lado de fora, mas de dentro." (Karl Jung)
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Resistentes à evolução, por causa dos egos, nós somente mudamos o rumo da vida quando chegamos no limite do sofrimento. Cansados de apanhar sem entender porque, desiludidos de tudo, com um sentimento de solidão esmurrando o peito... só assim consentimos abrir a guarda e permitirmos a saída de Deus, da centelha divina que nos habita... essa Luz que nos anima o invólucro humano e que alguns de nós chamamos Alma e outros chamamos Essência. Não importa o nome, importa a compreensão.

A Humanidade passa por um profundo momento de extremos, onde os cegos espirituais se afundam na materialidade, na degeneração generalizada, na involução sem controle; e onde os que já vislumbram um pouco de Luz correm desesperados atrás de um outro sentido para a vida, uma outra explicação de tudo que existe... é a espiritualização do Planeta e sua raça remanescente.

Reportando-me ao artigo "O Homo-Sapiens está em extinção", publicado no site "Somos Todos Um" (http://somostodosum.ig.com.br/), nossa pseudo-sabedoria, nossas ilusões mundanas não conseguiram destruir o Conhecimento profundo que as civilizações milenares exerciam com largueza, e está sendo levado adiante "por seres capazes de transpor as múltiplas dimensões do Universo, seres livres de condicionamentos religiosos, de dogmas, de culpa. Seres em sintonia total com a Unidade, a verdade, a alegria, a simplicidade, o amor incondicional, que vivem em harmonia com a Natureza, com profundo respeito, admiração e gratidão com a nossa Mãe Terra."

Vocês conhecem alguém assim?

Michael está fazendo conosco internamente o que Joe Jackson fez com ele externamente. Ele está nos sedimentando força, resistência, criando defesa (pele de rinoceronte); está surrando nosso inconsciente para abrir brechas na couraça da mente e possamos florescer, dar passagem à Luz; possamos sentir e ouvir nossa alma. Ele está nos fazendo fortes o suficiente para que nada nem ninguém no mundo possa nos atingir, nos iludir e nos derrubar. Não que o mundo vá deixar de nos bater e tentar nos roubar a mente; nós é que não permitiremos mais sermos manipulados, iludidos e tragados pela tagarelice terrena.

Nossa alma estará ligada ao Divino, às esferas de dimensões superiores, como ele está e sempre esteve. Michael passou por sua prova de fogo - o fogo que depura -, nós a estamos passando agora. E o Amor que se desenvolverá dentro de nós, em contato com a Verdade (deidade), será tamanho que seremos capazes de abraçar o mundo. Mas o faremos por nós mesmos, por um apelo interno próprio e não porque Jesus mandou, ou porque Michael falou. Precisamos desenvolver nossa identidade cósmica (interna), independente de termos ou não Grandes Seres ao nosso lado para nos guiar. Um dia, também nós seremos guias.

Estamos em meio a um brutal e urgente processo de evolução espiritual. Ou abrimos nossa mente agora ou seremos tragados pelos raios de Alcione. Não haverá mais lugar na Terra para os cegos espirituais. Estamos sendo submetidos por Michael a uma enxurrada de "escapismos", de tagarelice humana, um verdadeiro terremoto de contradições, falsificações, medos, incertezas e angústias, para medir até que ponto ainda estamos iludidos, até que ponto ainda somos manipuláveis e suscetíveis, até que ponto a mente ainda nos governa e amordaça a alma.

Michael é uma tempestade divina enviada para mudar o rumo dos nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, com o propósito de estarmos aptos a habitar a nova Era do Planeta.


Mesmo os que ainda estão atados ao burburinho terrenal, eu convido a silenciar um pouco a mente, a mergulhar na quietude da alma e tentar submergir mais lúcido e fortalecido: invencible, unbreakable... Façam valer à pena o esforço do nosso Mestre-Menino.

Sigam a LUZ, sigam a Luz de Michael, tentem enxergá-lo como verdadeiramente ele é, e terão a grata surpresa de descobrir Quem ele é.
     

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DESMISTIFICANDO O SANTO

Artigo publicado em 12/09/2010

O misticismo religioso subtrai da humanidade uma série de informações e conhecimentos que os grandes Seres, missionários cósmicos, trazem aos mundos em processo evolutivo de menor alcance.

Nenhum dos grandes Mestres da humanidade instituiu, em vida terrena, qualquer religião. Eles trouxeram, sim, um código de conduta ética, uma filosofia de vida e um modo-proceder que cada indivíduo, dada à sua condição evolutiva, absorveu à sua maneira. Isso gerou uma diversidade de interpretações tal que o mundo herdou uma gama considerável de seitas religiosas. Portanto, quem instituiu as religiões foram os discípulos, e os discípulos dos discípulos; nunca os Mestres.

Isto prova que a Divindade não pretende que o homem siga uma regra padronizada, seja um indivíduo manipulado por um código produzido pelo entendimento de alguns. A Divindade pretende que o indivíduo intua, reflexione e formule o seu próprio código de vida, embasado no seu entendimento do Conhecimento Universal.

Um mundo evoluído não tem religião nem tem fronteiras; tem religiosidade (ligação interna com o divino). É o mundo cantado por Lennon em "Imagine"; é o mundo cantado e, principalmente, vivenciado por Jackson em pelo menos 35 anos dessa sua existência terrena.

Os preceitos cristãos da pobreza e da caridade, tergiversados por interesses mundanos, a meu ver, tomaram uma conotação quase perversa com relação ao crescimento espiritual da humanidade terrestre. Teríamos mais proveito evolutivo se tivéssemos uma visão menos simplista da Divindade e das Leis Divinas.

Se o princípio da pobreza fosse entendido como princípio de desapego, talvez a miséria já tivesse sido erradicada do planeta, pois os miseráveis não estariam acomodados esperando ganhar o paraíso com seu sofrimento, nem os ricos estariam agarrados às suas posses como se pudessem retê-las ao deixar a vida terrena.

Não é pernicioso ser rico; pernicioso é ser avaro, egoico e apegado. A prosperidade é tão parte da evolução humana quanto a solidariedade. Todo ser humano tem o direito e a obrigação de ser feliz, de buscar conforto, bem-estar, melhor educação e maior conhecimento. Entretanto, igual direito e obrigação de ser solidário. Não caritativo, na forma simplista de dar esmolas, mas caritativo no sentido de buscar amenizar a dor dos que passam por suas purgações evolutivas.

A apologia da pobreza, do sofrimento e da caridade pregada pelas religiões é perversa com relação à evolução da humanidade e, consequentemente, do planeta que a abriga, porque cria o conformismo e a indolência perante os desafios da vida.

O Criador não mima suas criaturas; apenas lhes dá diretrizes, por suas Leis; e orientações, por seus missionários. Cabe a cada um o arbítrio de multiplicar seus talentos ou deixá-los inertes, desperdiçando a existência.

Michael vivenciou essa lição para todos nós. Usou à exaustão os seus talentos para prosperar, fez de suas dores a mola propulsora para depurar o seu poder de superação e exerceu com sabedoria e largueza de desprendimento a sua solidariedade material e afetiva. Foi mal compreendido por isso, foi criticado por isso, foi ridicularizado por isso, foi julgado por isso, mas não se abateu.





A maior vitória de um ser humano é nunca se deixar vencer, nunca desistir de tentar superar-se, mesmo porque a vida não lhe permite e começa a lhe bater. Portanto, não pensem que Michael desistiu e morreu de overdose de medicamentos. Sua grande vitória ainda está por acontecer.

Os grandes Seres, os grandes Mestres estelares da humanidade não andam por aí com uma auréola de luz na cabeça, nem são homenzinhos verdes, cabeçudos e com antenas na testa. Eles podem estar por aí travestidos de soldadinhos de chumbo, ou de chapéu preto e luvas brancas brilhantes, dançando, cantando e encantando como nunca antes se viu.

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

MICHAEL JACKSON E A ARCA DE NOÉ

Artigo publicado em 21 de agosto de 2010

A passagem da Gênesis bíblica (e do Alcorão) sobre a Arca de Noé e o dilúvio universal representa o afundamento da Atlântida e o fim da Raça Atlante, já bastante degenerada à época.

Noé foi um missionário divino, de caráter reto e firmeza de propósitos, "um virtuoso homem, inocente entre o povo de seu tempo", que veio com a missão de conduzir os seres que mantiveram suas virtudes a preceder uma nova raça, a 5.ª raça sobre o solo do planeta Terra: a Raça Ária (nossa raça atual).

O barco (não há provas da existência física da Arca de Noé, a não ser boatos que surgiram de que foi encontrada na Turquia, em 2010), onde foram abrigados tais seres (o Trigo de Deus), energeticamente pode representar um mesmo nível de pensamento, um mesmo padrão vibratório: espíritos sobreviventes do caos. Espíritos que dariam origem às grandes civilizações da Antiguidade. O resto (o joio) afundou com o seu ouro, seu poder, sua luxúria, sua promiscuidade, seu ego, sua ciência materialista. Na Atlântida submersa, jazem grandes castelos, pirâmides maiores do que a de Quéops, mas também muita dor e choro dos arrependidos de última hora.

Noé passou décadas alertando os povos sobre o que estava para vir e qual o caminho até a Arca de Deus. Mas foram muito poucos os que o ouviram, os que entenderam e acreditaram na sua mensagem. Diz a literatura rabínica judaica que Noé "passou adiante a advertência de Deus, plantando cedros por 120 anos antes do dilúvio, a fim de que os pecadores pudessem ver e ser instados a alterar o seu comportamento". Equivale a dizer que os missionários sabem que o são, conhecem a sua missão e sabem o que fazer para realizá-la.

Então, é possível e provável que Michael Jackson tenha, sim, planejado há anos tudo que está acontecendo agora. Os missionários - após preparados espiritual, emocional e fisicamente -, despertam para a tarefa planetária a cumprir e iniciam as ações que culminarão na realização futura.

Jackson, "um virtuoso homem inocente, entre o povo de seu tempo", iniciou sua tarefa quando assumiu todas as crianças abandonadas, doentes e infelizes sob a sua paternidade, sob a sua proteção. E quando intuiu tudo que deveria planejar e executar até o limiar do grande "BAM" do Planeta. Passou os 40 anos de sua carreira artística chamando a atenção do mundo para retomar seus valores éticos, para cuidar de suas crianças, para respeitar o seu habitat, para resgatar a conexão com a natureza. Ele plantou (cedros) durante 40 anos, agora é véspera da colheita, véspera de recolher as sementes que conseguiram florescer (os Trigos de Deus), porque o joio vai rolar em meio às convulsões dos últimos momentos de uma raça degenerada, prestes a viver a sua "cortina final".

É hora de "reunir todos no mesmo barco", sob a proteção e a direção do grande Avatar do Século XXI, para a travesia do Planeta, o grande "BAM" que fará nascer a Idade de Ouro dos "terranos". E se repete a história da Arca de Noé.

Sigamos o Mestre, sigamos a Luz, e não tenhamos medo dessa "grande aventura", pois estamos sob a proteção divina. - "Kenny, consigo assumir a partir daqui. Eu sei que posso fazer isso" (MJJ-2009). Pode sim, Michael, você está pronto. Espere só um pouquinho para que seus "soldiers" - as sementes do seu AMOR - se aprontem e se agrupem no barco. É claro que você consegue, Mestre e Archangel Michael! Você tem a Força e a Luz divinas a seu favor, porque você as tem em seu íntimo. Faça, porque estaremos todos "lá por você" e por nós mesmos; estaremos todos no seu "barco".

E antes que me esqueça, obrigada meu Mestre por me ensinar o AMOR; essa virtude primordial que Jesus e outros grandes Seres nos trouxeram, mas se perdeu por aí, pelos caminhos da humanidade. Obrigada por aceitar vir aqui nos buscar, a despeito dos seus sofrimentos e de suas dores, colecionando feridas a cada pedrada dos seres inconscientes que convivem aqui.


Thanks Master,  and God bless you always!


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

SERÁ QUE SÓ MICHAEL VAI TOCAR NO ASSUNTO?


Artigo datado de 15 de agosto de 2010

Another Part Of Me
Michael Jackson
 (lançado em 11/07/1988)

Estamos tomando conta
Nós temos a verdade
Esta é a nossa missão
Ver mais além
Não aponte seu dedo
Não é perigoso
Este é nosso planeta
Você é um de nós

Estamos enviando
Um amor maior
E esta é nossa
Mensagem para você
(Mensagem para você)

Os planetas estão se alinhando
Estamos trazendo dias melhores
Eles estão todos alinhados
Esperando por você
Você não consegue ver...?
Você é apenas outra parte de mim...

Vindo de uma nação
Sinto a verdade
A mensagem final
Iremos levar até você
Não há perigo em sentir a verdade
Então venha novamente
Precisamos de você


A Era de Aquário iniciou-se em fevereiro de 1962, quando todos os planetas do nosso sistema solar ORZ se alinharam no Cosmos. Desde então, a Terra caminha para um destino de Luz, de padrão vibratório mais sutil e mais puro, que irá abrigar uma nova raça planetária... e ninguém diz nada!

Nossa raça Ária está a um passo de ser extinta, salvo os poucos que conseguiram sair da ignorância espiritual a que fomos submetidos, ao longo dos séculos, pelos "senhores do poder", incluindo aí as religiões, que manipularam o verdadeiro Conhecimento, em proveito próprio e em detrimento da evolução da humanidade.

A massa cega segue esperando o "dia do juízo final", o apocalipse anunciado na Bíblia cristã, a chegada do anticristo, para então acordar? Mas já está tudo aí!

O Planeta se contorce em convulsões cósmicas, ateando fogo do fundo dos mares, chutando imensas geleiras, cuspindo ondas gigantescas que varrem tudo que está ao alcance dos seus tentáculos e sacudindo suas placas tectônicas até ver tudo por terra. E nós contribuímos muito para que tudo fosse pior, mais doído.

Valores éticos, não os temos mais; temos sim os anti-valores, a degeneração em seu mais alto grau. Os justos são perseguidos e mortos, ou antes ridicularizados por sua bondade.

O anticristo está aí! Ele não é uma pessoa; é um sistema. Um sistema perverso e materialista que corrói a dignidade humana, que escraviza e mata sua própria espécie, que destrói o próprio habitat, tudo em nome do deus-dinheiro e do deus-poder.

O dinheiro e o poder não são perversos, perverso é o destino que o anticristo dá a essas duas forças. A Divindade sempre nos premia com seus missionários, que encarnam na Terra para nos ensinar como lidar com as forças, com o poder, mas nossa humanidade resiste a qualquer ensinamento. Sim, porque o anticristo não está lá fora, à espreita, ele está dentro de nós e tem o apelido de EGO. Ele nos domina, domina nossos sentimentos e atitudes, nos torna brutais e cegos diante da Verdade que a Divindade insiste em nos mandar. Era para ser uma ferramenta de apoio, terminou por ser uma arma contra nossas próprias cabeças.

Em nome do deus-EGO, nós matamos nossos benfeitores. Matamos até o maior deles, Jesus de Nazareth!

Para não voltar muito no tempo, vamos nos ater somente à legião de Michael Jackson. Matamos Luther King, matamos John e Bob Kennedy, matamos Gandhi, matamos John Lennon, matamos Lady Diana, matamos Madre Teresa. Não matamos Mandela, mas o tiramos de circulação durante 27 anos. Tentamos prender Michael Jackson e, não conseguindo, estávamos tentando matá-lo.

Para conseguir sobreviver até o grande "Bam" do Planeta e conduzir parte desta humanidade ao seu novo patamar evolutivo, Michael teve que "morrer" para não morrer.

Em "This Is It" ele diz: "Eu sou Luz para o mundo"... "Eu posso sentir esse amor". Espírito consciente que sabe quem é e para quê veio à Terra, ele exemplificou, durante 50 anos, todos os valores que a humanidade perdeu ao longo dos séculos. Michael é a antítese de todo esse deplorável estado de degeneração em que se encontra a humanidade atual. Pena que são tão poucos os que conseguem enxergá-lo na sua plenitude de alma!
Estamos entrando na energia fotônica da Estrela Alcione, estamos na era dos quanta, estamos às vésperas de 2012 que, segundo o Calendário Maia, será a grande virada do Planeta, e nem assim ninguém fala nada?

As religiões não falam nada, as escolas e universidades não falam nada, os governantes não falam nada, os cientistas não falam nada...


Será que só Michael Jackson vai tocar no assunto?



O AVATAR DO SÉCULO XXI


Artigo datado de 22 de maio de 2010

Bom dia! Até logo! Por favor! Com licença! Desculpe-me! Obrigada!

São expressões que infelizmente sumiram de nosso cotidiano. O que ganhamos em progresso científico e tecnológico perdemos em relacionamento interpessoal, em convivência pacífica e ética. Onde estão a gentileza, a solidariedade, o respeito, a honestidade, a gratidão, a humildade, a simplicidade, a lealdade, o amor desinteressado, a consciência ecológica... Por onde andam os valores do Sermão da Montanha?!

Tal qual uma nave sob uma zona de turbulência, o Planeta se debate entre sinistros naturais em série, total inversão dos valores éticos, violência desenfreada, delinquência e mendicância, crescimento considerável do número e da complexidade de psicopatias em todas as faixas etárias; enfim, o caos: a desordem que antecede a reorganização.
Gigantes geleiras desprendem-se sob a ação da nossa inconsciência e elevam o nível de nossos oceanos. Tempestades torrenciais varrem nossas cidades, levando milhares de vidas e esperanças. Vulcões emergem do fundo dos mares, após dois séculos de inanição e inundam de fumaças tóxicas quase a totalidade de um continente. Filhos matam pais por drogas; pais atiram filhos pelas janelas. Sacerdotes, educadores e pais de família, aos montes, são declarados pedófilos, marcando psicologicamente milhares de crianças. Pessoas assaltam outras com armas nas ruas, ou com canetas nos gabinetes dos poderosos. Países abastados, que deveriam ser o esteio do mundo, vivem de fomentar a indústria da guerra, vendendo armas para países inimigos e depois os invadem para restituir a paz... que paz? Aquela que eles mesmos tiraram e que não fazem o menor esforço para renegociar? O significado da palavra AMOR tergiversaram para designar fornicação pura e simples, relacionamentos puramente físicos, paixões inferiores. Enquanto uma minoria nada contra a maré da degeneração, a grande maioria submerge no caos involutivo.

Diz a sabedoria Maia que 2012 será o marco do fim de uma raça degenerada para instalação de outra mais evoluída consciencialmente. Diz a cosmologia que, em 2012, o Planeta Terra estará 100% dentro do cinturão de fótons da estrela Alcione, portanto, com um padrão vibratório bem mais elevado do que o atual. Diz a Bíblia que, no “final dos tempos”, veríamos tudo que estamos vendo hoje: o Anticristo, a Besta do Apocalipse que não é uma pessoa, mas um sistema, uma linha de pensamento filosófico perverso, cujos únicos valores são o poder e o dinheiro.

Dinheiro e poder não são o mal em si. O mal está no uso que nosso arbítrio dá a essas duas forças, ou a qualquer outra. Vejam: o fogo que depura é o mesmo que destrói. Somos nós que damos direção à natureza das coisas. E a direção que estamos dando ao Planeta, neste momento crucial, é a direção da miséria, da destruição da natureza, do fomento às guerras, do materialismo desenfreado, do preconceito de todos os matizes, da absoluta desvalorização da vida, da desestruturação familiar, do fanatismo em detrimento da religiosidade, da negação do verdadeiro conhecimento. Levemos em conta que intelectualidade não é sinônimo de sabedoria.

Entre a minoria que caminha na contramão da história está MICHAEL JOE JACKSON, incontestável gênio da arte, somente sobrepujada pela sua robustez de alma. Jackson encarna todos os valores que o mundo já nem mais se lembra, já nem se recorda do significado e sequer consegue reconhecer. Assim, o gentil e solidário Jackson tornou-se o alvo predileto dos aproveitadores; o correto Jackson tornou-se o ser odiado pela mídia carniceira e corrupta, promotora e fomentadora da indústria do escândalo e do lixo midiático. O não-fornicário contumaz Jackson tornou-se o assexuado, o homossexual do século, esquisito, excêntrico e bizarro. O humanitário Jackson, capaz de colocar dentro de sua casa crianças que a Humanidade dita normal sequer gostaria de olhar, tornou-se um pedófilo perigoso, pela boca maldita da mídia sensacionalista e pela ação criminosa dos adultos aproveitadores da bondade alheia.

Injustiçado. Insultado. Humilhado. Algemado. Preso. Julgado.

Vencedor, mostra sua autoridade espiritual na manutenção, mesmo durante o terrível julgamento, da serenidade, da cordialidade, da confiança, do sorriso de luz (mesmo entre lágrimas) e da gratidão.

Pequenos corações sempre entenderam Michael porque não têm acentuada em si a malícia dos adultos. As crianças abrem-se para Michael porque reconhecem a linguagem dos anjos. Correm para ele, empatizam-se com ele, emocionam-se com ele, cantam e dançam suas músicas quando ainda mal conseguem falar e andar. Para se sentir espiritualmente protegido e fortalecido, ele se cercava delas. Para exercer sua missão, ele cuidava delas e as iniciava nos valores elevados da gentileza, da solidariedade, do respeito, da honestidade, da gratidão, da humildade, da simplicidade, da lealdade, do amor desinteressado, da consciência ecológica, tal qual fez com seus filhos legítimos, nos quais hoje o mundo conhece e reconhece o primor da educação que receberam.

ISSO É CURAR O MUNDO DE SUAS FERIDAS EXPOSTAS! 

 

 

 


A LINGUAGEM DOS ANJOS

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Um pequeno anjo de 2 anos encantado pela voz de Michael


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ELE FARIA SIM!



Artigo escrito em 12 de abril de 2010

25 de junho de 2009, o mundo parou perplexo, diante da terrível e inesperada notícia: Michael Jackson se foi. Fãs desesperados e incrédulos correram para os portões da mansão que ele habitava, outra multidão para os portões do UCLA, aonde seu corpo foi levado... tarde demais: Peter Pan criou asas.

"This Is It", apenas um sonho que não vingou. Ingressos nas mãos sem ter para onde ir. Acabou.

Perplexidade e dor, incredulidade e dor, desesperança e dor. Um caixão dourado, uma família de preto, fãs com a alma em luto: acabou. O doce menino de Gari, a tempestade de asas nos pés, o coração do tamanho do mundo... acabou.

O tempo passou e começou-se a perceber que algumas coisas não batiam. Uma parada respiratória provocada pela aplicação de anestesia geral, em casa, sem entubar, por um cardiologista que não sabe fazer ressuscitação, e que omitiu socorro ao paciente demorando duas horas para chamar uma ambulância. Assassinato. A única foto do corpo, uma montagem. Alarme de incêndio no hospital evacuou o prédio. Aeroporto de Los Angeles fechado por duas horas para liberar um voo secreto. Tudo isso em uma única tarde.

Um corpo que ninguém viu, um enterro que ninguém assistiu, um assassino que não ia preso, uma declaração de óbito assinado por La Toya, documentos oficiais grafados com nome diferente do nome civil... Os fãs e a imprensa, deliberadamente, afastados de tudo.

E daí surgiu a dúvida... ou a certeza... não sei bem. Enquanto a grande maioria chora a saudade e a indignação pelo assassinato do ídolo, uma minoria parece que encontrou a chave do segredo e da felicidade: a falsa morte.

Quero deixar claro que essa é minha opinião e a de um grupo de fãs pesquisadores, acostumados a escarafunchar a verdade em meio a um emaranhado de falácias. Não acreditar em tudo que vê e ouve é nosso lema e não é possível aceitar racionalmente tantas evidências absurdas e nenhuma evidência concreta.

"Mas Michael não faria isso com seus filhos e seus fãs..." Ah, faria sim! E faria por que existe uma causa muito maior do que as mazelas individuais. Seus filhos foram criados focando a força, o caráter e a determinação do pai. Os fãs foram instruídos na diretriz do seu carisma e o seguirão onde quer que vá e o que quer que faça.

Durante décadas, ele gritou as misérias humanas pelos quatro cantos do Planeta e pediu socorro para o que estava acontecendo. Mas ninguém o ouviu. As pessoas ouviam a mídia: excelente dançarino, racista, pedófilo, excêntrico, polêmico, bizarro, homossexual... Era só isso que as pessoas ouviam e boa parte delas acreditava. Teve até fã que acreditou! A mídia só queria escândalo para vender. Não tinha escândalos, ela inventava. Nem uma palavra da sua grande obra humanitária, do seu caráter reto, da sua honestidade, da sua humildade, da sua gentileza... enfim, nem uma palavra sobre MICHAEL, mas todas sobre JACKO.

Até nós, fãs, achávamos lindas as músicas, mas o que nos empolgava era aquele semi-deus nos palcos do mundo, fazendo o céu baixar à Terra e nos arrebatar na sua magia. Fazíamos alguma coisa além de admirá-lo? Não. Só começamos realmente a "trabalhar" durante o julgamento de 2003-2005, quando fomos para as ruas dar a cara-a-tapa, bancar amor e apoio a quem estava processado por pedofilia.

Hoje, depois que ele silenciou, quantos trabalhos já frutificaram por aí? Quantos blogs, quantos fóruns, quantas ONGs... (Salve o Mundo, Amigos do Mundo, etc.) Isso aqui no Brasil, vai saber em outros países!

Ele nos provocou um choque, como quando a gente fica órfão e a ficha cai: "agora estou sozinho no mundo e tenho que bancar minha própria vida e a vida daqueles que dependem de mim. Não tenho mais colinho!" E nos soerguemos fortes e decididos.

É isso que Michael quer com seu silêncio: que descubramos a nossa força e a empreguemos de forma útil, ou seja, em favor da vida no Planeta. Lembremos que o ser humano é a única espécie que destrói a si própria e ao seu habitat.

Na atual agonia do Planeta, ele teve que tomar uma atitude radical: SILENCIAR PARA SER OUVIDO! Escancarou na imprensa quem ele realmente é (depoimento dos amigos, entrevistas revelando intimidades, abertura dos arquivos do FBI, enxurrada de fotos e vídeos do homem Michael e, principalmente, do Pai Michael). E "morreu". Silenciaram-se um pouco os boatos, as intrigas e evidenciaram-se a mensagem e o filantropo Michael Jackson. A mídia começou a publicar artigos e depoimentos falando bem de Michael, pessoas começaram a mudar de opinião sobre ele e prestaram mais atenção à sua música.

O Planeta não tem tempo para esperar... era preciso agir. E ele agiu. Durante quarenta anos ele treinou os seus “soldados”. Vamos ver agora, quando ele voltar e voltar diferente, quem é que realmente vai vestir a farda e ir para o front com ele, pois, quem vai voltar pode não ser o Michael dos palcos, e a turnê pode não ser de música.

Ao mesmo tempo, com a falsa morte ele prova que a multidão é cega e facilmente manipulável. Ninguém viu corpo, ninguém viu foto, ninguém viu enterro, mas a mídia disse que o Michael morreu, então o Michael morreu... então o Michael é pirado... então o Michael é homossexual... então o Michael é racista.... então o Michael é pedófilo...

Todas as evidências são absurdas, mas o que vale é o que a mídia disse, seja em 1993, seja em 2003-2005, seja em 2009. Ninguém duvida, ninguém questiona, ninguém busca a verdade... apenas aceita o que a mídia diz.

E a própria mídia se deixa manipular porque o que interessa não é a verdade e sim a polêmica. A verdade não dá o mesmo impacto que dá a polêmica e como o que interessa é audiência e vendagem... sinônimo de dinheiro...

Tudo se repete: um negro acusado por um crime que não cometeu é rotulado de assassino, é pré-julgado e pré-condenado, antes mesmo de um processo judicial a que tem direito qualquer cidadão do Planeta. Um cardiologista mata seu paciente aplicando-lhe anestesia sem os requisitos básicos, não sabendo fazer os procedimentos médicos de sua especialidade e ainda omite socorro... Outro negro, que sempre pautou sua vida pela honestidade e integridade de caráter, que sempre homenageou sua raça negra na batida de sua música e no estilo de sua dança, que nunca se tornou um fornicário contumaz - a grande tara dos tempos atuais, que sempre espalhou o Bem com suas atividades humanistas, inclusive lhe rendendo títulos e prêmios por isso, que ofereceu apoio e carinho aos pequenos desvalidos ou não..., é taxado de pirado, de racista, de homossexual, de pedófilo... EM AMBOS OS CASOS, EVIDÊNCIAS ABSURDAS SENDO ACEITAS COMO IRREFUTÁVEIS, INQUESTIONÁVEIS... E O POVO ENGOLE!

Existe uma história por trás da História, mas a massa não quer saber: acusa, julga e condena apenas pelas aparências, tendo como foco o poder manipulador da palavra e da imagem... nunca da essência das coisas e das pessoas.

Michael jamais faria isso por dinheiro, mas o faria sim por AMOR. Na letra de This Is It, ele diz: "sou luz para o mundo". Isso, na década de 80, quando a música foi composta. Michael sempre soube quem é e para quê veio. Os índigos (estelares) sempre sabem quem são.

Esse nosso missionário cósmico, como todos os missionários, sacrificaria sim a si mesmo e a quem quer que fosse para realizar sua missão, por que existe um benefício maior do que os benefícios pessoais: existe um propósito universal.

"You will be there for him?"... os soldiers estarão... os fãs, eu não sei! Ser fã de Michael é diversão... ser soldado de Michael é missão... e missão, na maioria das vezes, impõe sacrifício e dor.


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A FACE COERENTE DE MICHAEL JACKSON


Artigo escrito em 06 de setembro de 2009

Jackson não só gravou como compôs várias músicas de conteúdo humanista e empunhou a bandeira humanitária que pautou sua vida nos últimos 25 anos: a face coerente de um homem-astro que a mídia não se interessou em divulgar, pois o positivo não dá Ibope nem vende jornais.

Após sofrer acidente com queimaduras por fogos de artifício, durante as gravações de um comercial da PEPSI, em 1984, Michael recebeu uma indenização de US$ 1,5 milhão, integralmente usados para a criação do "Michael Jackson Burn Center", um centro de recuperação para crianças vítimas de queimaduras. Foi para esse centro que ele comprou a câmara de oxigênio e se deixou fotografar dentro dela.

No mesmo ano, os lucros da turnê “Victory Tour”, ainda cantando com seus irmãos, foram totalmente doados para instituições de caridade.

Em 1992, gravou Heal the World (cure o mundo), mesmo nome da Fundação que criou para gerenciar campanhas humanitárias encabeçadas por ele. Em fevereiro, durante coletiva no New York Radio City Music Hall, em Nova York, Michael anunciou uma nova turnê mundial para arrecadar dinheiro para a fundação, que combatia a propagação da AIDS, o diabetes juvenil e apoiava outras fundações, como a Ronald McDonald e a Make a Wish. Todo o lucro da World Dangerous Tour, que quebrou todos os recordes de vendagem, de execução e de público, foi doado à instituição.

No ano seguinte, na cerimônia da posse do presidente Bill Clinton, cantou Gone Too Soon (Acabou tão rápido), também de sua autoria, chamando a atenção do mundo para a questão das vítimas da AIDS, assunto que, àquela época, ainda era tabu no mundo. Em 1994, doou US$ 500 mil à fundação que leva o nome da amiga, a Elizabeth Taylor’s Aids Foundation. Mais do que ajuda financeira, Jackson levava o conforto da sua presença em visitas secretas a hospitais e orfanatos, e mantinha quartos com equipamentos hospitalares em seu rancho, na Califórnia, para que crianças em estado terminal pudessem visitá-lo, por acreditar que a alegria ajuda a amenizar a dor.

Além de doar milhões para as vítimas e transportar 46 toneladas de suprimentos a Sarajevo (1994), local devastado pela guerra, Michael também doou US$ 120 mil para pagar transplante de fígado a uma criança abandonada em orfanato (Bella Farkas).

Após sua segunda visita à África e seu encontro com Nelson Mandela, Michael convocou cerca de 40 artistas de renome no mundo da música para a gravação de um compacto e um clip, com todos os direitos autorais cedidos à ajuda humanitária contra a fome naquele Continente. We Are The World (nós somos o mundo), composição sua em parceria com o amigo e compadre Lionel Ritchie, angariou cerca de 50 milhões de dólares para as vítimas da fome na África.

They Don´t Care About Us (eles não se preocupam conosco) fala da violência da polícia e dos poderosos contra os pobres e os povos de outras raças. Esse clip foi gravado em várias partes do mundo de maneiras diferentes. No Brasil, em 1996, Michael gravou na favela do Morro Dona Marta, Rio de Janeiro; e no Pelourinho, em Salvador, acompanhado pela banda “Olodum”. Novamente, todos os direitos autorais de Michael, que produziu e bancou o projeto sozinho, foram cedidos para causas humanitárias, principalmente na Índia e na Nova Zelândia.

Michael & Friends foi outro projeto humanitário que consistiu em uma série de concertos beneficentes, dentro dos territórios americano e europeu, com a participação de vários artistas famosos, durante todo o ano de 1999.

A ação de Jackson ia além de cantar e assinar cheques de doações. Discursava pelo mundo todo, exortando pessoas comuns e pessoas poderosas para a miséria do Planeta (Man in the Mirror, Heal the World, We've Had Enough, You’re not alone, The lost Children, Litle Susie), para a infância roubada às crianças (Childhood), para os abusos contra a natureza (Earth Song), para a violência generalizada (They dont care about of us), para o racismo e para o preconceito (Black or White). Exortava, inclusive e principalmente, o seu próprio País, os Estados Unidos.

Em 2000, Michael Jackson foi eleito o “Artista do Século” e o “Artista do Milênio”, deixando para trás ícones como Elvis Presley, Frank Sinatra, The Beatles e outros. No mesmo ano, entrou para o Guiness World Records por ser mantenedor de mais de 39 organizações humanitárias. Em 50 anos de vida e 44 de carreira, foi o único na história a receber 13 inscrições no Guiness World Records.

No Rancho Neverland, além da residência pessoal, Michael mantinha um parque de diversões completo, um mini-zoológico, salão de jogos, várias piscinas naturais, uma enorme mesa com oitenta assentos ao ar livre, quartos especiais para crianças enfermas, etc. Semanalmente, seus furgões saíam na periferia pobre de Los Angeles para recolher crianças carentes (junto com um acompanhante) e levar para o Rancho, onde passavam o dia brincando, se alimentavam, ganhavam brinquedos e eram levadas de volta para suas casas. Crianças da Fundação Heal the World, crianças de rua... todos brincavam e comiam juntos. Segundo o jornalista britânico Jonathan Morgallis, cerca de dez mil crianças visitavam o Rancho anualmente.

“United we stand: What more Can I give?” (Estamos unidos: o que mais eu posso doar?) é uma canção composta por Jackson para ajudar as vítimas dos ataques de 11 de setembro, nos Estados Unidos, em 2001. Foram arrecadados cerca de dois milhões de dólares através da venda de mais de 46 mil ingressos para três concertos beneficentes. O mesmo se deu por ocasião do tsunami ocorrido na Ásia, em dezembro de 2004. Nessa época, Michael estava doente, enfrentando um duro processo judicial, mas não se furtou em passar dias em um estúdio, gravando uma música junto com os irmãos, para arrecadar fundos às vítimas daquele horrível desastre ecológico. Em agosto de 2005, foi a vez do socorro às vítimas do furacão Katrina, na Califórnia.

Discursou para os acadêmicos da Universidade de Oxford, em 2002, no lançamento da sua Fundação Heal the Kids (cure as crianças), da qual Nelson Mandela foi um dos conselheiros, e cujo objetivo era uma campanha mundial exortando os pais a passarem mais tempo útil com seus filhos. Para Jackson, o mal do mundo estava na falta de amor e atenção às crianças – desamor do qual ele foi uma grande vítima.

Como último legado de COERÊNCIA com o seu nível de Ser e com a missão que desenvolveu na Terra, Michael deixou, em testamento, 20% de seu patrimônio para instituições de caridade que cuidem de crianças.

Esse texto não traz a intenção de saudosismo ou endeusamento post morten, mas uma expressão de justiça e reconhecimento de um ser humano honesto e trabalhador que teve sua vida pessoal e sua carreira estilhaçadas pela imprensa sensacionalista e pela omissão da imprensa séria. A Imprensa matou Michael Jackson, várias vezes.


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