PLAYLIST

sábado, 16 de dezembro de 2017

LIDERANDO COM O EXEMPLO


A mídia sempre pintará o cara bom como o cara ruim, se isso significar que eles não vender mais jornais. A única coisa que um super-herói pode fazer para conquistar as pessoas é liderar com o exemplo, mostrando que as ações falam mais alto do que as palavras. É efetivamente impossível escolher um momento em que Michael conduziu pelo exemplo, visto que toda a sua vida estava cheia de demonstrações de bondade e sobre dar esperança às pessoas.

Da música, do palco e da tela, nosso super-herói demonstrou sua força de caráter através de suas ações, inspirando outros a seguirem o mesmo caminho e ser o melhor que podem ser.
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Fonte: Desenho de Siren / MJVibe / Iconic Magazine, edição 18.
- http://cartasparamicheal.blogspot.com


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

VIDA É SEMPRE VIDA


Dançarinos de Captain E.O

Trecho da conversa de dois dançarinos do filme “Captain EO”, em um programa de rádio.
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─ Vocês se lembram quando Tony Fields matou a abelha?

─ Com certeza, eu me lembro disso.

─ Havia uma colmeia nos estúdios e elas estavam voando em círculos. Michael entrou e havia abelhas; e Michael estava um pouco assustado com elas e Tony pensou: “eu vou salvar você”.

Michael estava com o coração partido porque Tony matou uma vida. Ele disse para Tony que a abelha também tinha uma alma.

Foi exatamente isso o que ele disse, que a abelha também tinha uma alma... e ele ficou devastado”.
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Fonte: http://all4michael- http://cartasparamichael.blogspot.com



segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

CONSCIENTIZANDO SEU PÚBLICO


Blog CARTAS PARA MICHAEL

Como uma convocação poética e ética, o trabalho de Jackson pode ser melhor entendido como uma forma de anúncio de serviço público, um experimento para conscientizar as pessoas e, portanto, mobilizar para a compaixão, para que vejamos o que a negligência estava fazendo... a distância entre nós e as pessoas.

Seu chamado para olharmos em nosso interior é, simultaneamente, um chamado para ver poeticamente e perceber a realidade como está. Cada performance e, em algum sentido, toda sua aparição pública foram infundidas com a esperança de que elas pudessem ser entendidas como uma afirmação de mais boa vontade, onde a cura e a consciência renovada podem ocorrer.
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Fonte: cartasparamichael.blogspot.com



sábado, 9 de dezembro de 2017

OBRIGADO POR TUDO! ELE MUDOU A MINHA VIDA


MICHAEL, BY LA VELLE JR.

Um premiadíssimo coreógrafo e dançarino americano (cinco MTV Wards e um Emmy) que já trabalhou com Diana Ross, Rolling Stones, Beyonce, Janet Jackson e outros tantos, esteve com Michael nos palcos da Bad World TourDangerous World TourHIStory World Tour, além de apresentações em premiações e filmes.
Foram 23 anos de uma bela e sólida parceria e amizade, em que Michael muito lhe ensinou e marcou.
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“Ele me ensinou que o mais importante é realmente não deixar seu ego atrapalhar o seu trabalho. É difícil! Eu ainda estou trabalhando nisso. Eu sou humano.
Mas ele me ensinou que é algo que realmente não tem lugar na arte, na verdadeira arte. Deixe o seu ego de lado, trabalhe com todos e qualquer um, aprenda com todos e contribua tanto quanto você puder.
Eu me lembro de ir até o Rancho Neverland e ficar lá por cerca de duas semanas, apenas dançando. – E o estúdio aberto 24 horas. Tudo o que precisava era de lá e, se ele não estivesse presente, se certificava de que alguém nos atenderia.
Eu acho que é o tipo de pessoa que ele era, e esses são o tipo de coisas que se destacam. Apenas generoso, amoroso, engraçado. Ótimo para se estar ao redor.
Eu gostaria que o mundo soubesse que Michael era um grande homem. Ele era engraçado. Ele era muito humano.
[...]
E o trabalho era quem ele era, e me ensinou que é um dom, e como esse dom requer muita responsabilidade. Você tem que compartilhar esse dom, e ele compartilhou comigo o seu dom da dança e da música. Eu tento fazer isso agora, com alguém que queira saber.
Eu acho que Michael iria apreciar olhar para nós agora e ver apenas a demonstração de amor, e eu acho que a dança agora está na vanguarda.
[...] E é uma pena nós não compartilharmos esse tipo de amor e apreciação de uma pessoa quando está com a gente, por isso, é uma vergonha que ele tenha que olhar para baixo, em vez de estar aqui com a gente. Eu acho que ele realmente apreciaria.
[...]
Se eu tivesse mais uma coisa a dizer a Michael, seria “obrigado!” Obrigado por tudo! Ele mudou a minha vida.
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             http://cartasparamichael.blogspot.com

Bad World Tour

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A ESSÊNCIA DO AMOR CRÍSTICO 


MICHAEL BY AKASHA RICHMOND

Akasha foi personal chef de Michael durante a Bad World Tour e na segunda parte da HIStory World Tour.
“Michael foi uma das melhores pessoas que eu já conheci. Tão divertido... tão carismático! Eu andei por todo o mundo com ele – o que foi uma grande experiência. Eu o acompanhei a trinta e quatro países! Trabalhei para ele por quatorze anos.
Minha memória mais querida sobre Michael foi a de morar em Nova York com ele, em 1995, enquanto ele preparava o álbum HIStory. Especialmente à noite, ele tocava piano e cantava para mim enquanto eu preparava o jantar.
Eu encontrei Michael pela primeira vez no Templo Dourado (restaurante vegetariano), onde eu era a chef. Nós dois éramos tímidos. Ele vinha todos os dias.
O que eu mais sinto falta é a risada, o amor e a diversão, como eu nunca tinha visto.”

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Texto baseado em publicação do Blog: cartasparamichael.blogspot.com
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WITHOUT WORDS

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

QUEM É, VERDADEIRAMENTE, MICHAEL JACKSON


PARTE 2




Canal MICHAEL SIRIANO

- https://www.youtube.com/watch?v=zZdRPuXNbqk



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

INTENSO E VISCERAL


MICHAEL by BARBARA GUGGENHEIM

Barbara Guggenheim é uma consultora de arte que costumava atender Michael em sua busca pelas obras de William Adolphe Bouguereau, que retratassem anjos e santos.
“Eu fui ouvi-lo na Romênia (Dangerous World Tour). Quando ele soube que havia um orfanato cheio de crianças com HIV, Michael começou a chorar.
Fosse uma bela pintura que o deixasse emocionado, ou o horror da vida das crianças que o fizesse chorar, Michael sentia tudo muito profundamente sobre as coisas”.
  

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Texto baseado em publicação do Blog: cartasparamichael.blogspot.com
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domingo, 3 de dezembro de 2017

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ELE ENTRA, AS MOLÉCULAS MUDAM


MICHAEL by EDDIE GARCIA

Um dos dançarinos de Smooth Criminal, Eddie Garcia, conheceu Michael à época das gravações do filme Captain E.O, da Disneyworld. Ele, com 14 anos, seria um dos dois adolescentes selecionados para participar do musical, porém, vetados pela legislação de proteção ao menor, que impediu a participação de jovens com menos de 18 anos, por se tratar de um trabalho exaustivo.
Mais tarde, Eddie tornou-se dançarino do staff de Janet Jackson e, daí para a equipe de Smooth Criminal, foi um pulo.
“Lembro-me de estar no set, estávamos ensaiando e algo aconteceu. As atitudes de todos na sala mudaram quando Michael entrou... e você podia sentir a sua presença, porque toda a sala mudou”.
Eddie ainda trabalhou com Michael em The Way You Make Me Feel, Speed Demaon, Bad World Tour e HIStory World Tour.
“Dançar ao lado de Jackson foi um sonho realizado durante as filmagens de Smooth Criminal, mas dançar ao vivo no palco com ele foi uma experiência que nunca vou esquecer. Ele era amável, genuinamente doce e agradável, e não tenho nada além de lembranças positivas dele. Eu não posso dizer o quanto eu aprendi de estar perto dele e ver o quanto ele se preocupava com a forma de arte. Ele sempre nos dizia que era importante dar tudo de si a cada momento, porque os fãs mereciam isso”.

Michael e Eddie Garcia em Smooth Criminal

Michael e Eddie Garcia em HIStory
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Texto baseado em publicação do Blog: cartasparamichael.blogspot.com
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O AMOR CANTA E DANÇA

MICHAEL, BY DAVID WINTERS


Protagonista do seriado West Side Story, no personagem “A-rab”, David Winters conheceu Michael em março de 1981, apresentados por Diana Ross, quando esta estrelava um especial de TV.
Abaixo, trechos de um depoimento de Winters sobre Michael:
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Michael era muito educado e respeitoso, e parecia um pouco tímido e retraído. [...] Era um homem que nunca se esqueceu de onde veio e sempre apreciou o que outros fizeram por ele, e nunca falava muito sobre o que ele fazia pelos outros.
[...] Michael trabalhava tão duro para agradar seus fãs! Ele dava tudo de si. E... cara, eles AMAVAM Michael.
[...] Em qualquer lugar que Michael aparecesse, era venda certa e, em Amsterdã (History Tour), os ingressos se esgotaram em 45 minutos, para todos os seus shows. Ele era realmente um fenômeno.
Michael entrou pela porta da frente do hotel. Estava uma loucura lá fora. Luzes piscando em todos os lugares, os fãs gritando ainda mais alto do que antes e todos os assessores tentando apressar Michael através da entrada até a sua suíte. Michael me vê e pára.
─ “Oi, David!”, diz ele em um tom abafado. Ele era quase inaudível acima do barulho dos fãs.
─ “Oi, Michael!” - eu disse e retorno – “esse é meu amigo Skye”.
Ele disse: “Acabei de chegar do hospital, onde visitei muitas crianças doentes”.
Eu disse: “Você está exausto. Vá descansar e vamos vê-lo nos bastidores ou aqui, amanhã.”
Ele acenou com a cabeça em agradecimento e foi levado para o elevador por sua comitiva. Eu me virei e o assisti desaparecer. Eu pensei o quanto ele era generoso. Ele tinha acabado de chegar à cidade e, antes mesmo de chegar ao hotel, ele foi imediatamente para o hospital visitar crianças gravemente doentes, na enfermaria de câncer. Ele amava a sério as crianças. E eu amei a criança em Michael!
Na verdade, eu o acompanhei em uma dessas viagens. Ele iria incansavelmente, de hospital em hospital, atender a essas crianças apenas para iluminar suas vidas. Quando terminava a visita, ele perguntava às enfermeiras e aos médicos o que era necessário no hospital, em termos de equipamentos para as crianças. Uma vez que lhe fosse dito, ele fazia uma doação anônima para o hospital.
Eu também sei do fato de que ele deu dezenas de milhões de dólares para instituições de caridade para crianças, de forma anônima.
Por que os jornais não escrevem sobre essas coisas? A bondade em dispor do seu tempo para fazer e seu amor por todas as crianças do planeta. Esta é uma pessoa muito generosa, em todos os sentidos.
[...] Voltamos para o camarim de Michael (History Tour – Moscou), onde ele recebia as crianças mais doentes antes do show. De certa forma, toda a sua vida foi dedicada às crianças doentes. Essas crianças adoravam Michael e, durante o show, em um de seus números, cerca de quarenta delas subiam ao palco e uma menina entregava uma flor a um soldado que está saindo de um tanque (de guerra). É um momento emocionante. E, sim, ele viajava com o tanque! Ele era transportado em um daqueles enormes aviões de carga russos, de país em país.


Mas eu posso lhe dizer, com certeza, que este homem era verdadeiramente dedicado a ajudar as crianças em todo o mundo. E eu me sinto honrado de tê-lo conhecido e, também, por ter trabalhado com ele.
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David Winters é inglês naturalizado americano, dançarino, coreógrafo, produtor, diretor, roteirista e ator.
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Fonte: texto completo no Blog: cartasparamichael.blogspot.com.


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

A ESSÊNCIA DE UM ILUMINADO



Sasha Mironov

“Fomos avisados antes que ele chegasse para não tocá-lo, mas nós não resistimos e estendemos nossas mãos para ele.
Quando eu estava perto, ele emitia uma espécie de aura. Tinha que fazer alguma coisa para compreender que tipo de homem era para mim: um Anjo na Terra.
Assim que tive chance me aproximei e lhe dei um pedaço de papel, onde assinou, e o fez lentamente, sem problemas. Enquanto isso, eu o olhava. Meu batimento cardíaco estava alto.
(visita de Michael a um orfanato em Moscou/Rússia – 1993)
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Mekia Cox

“O que posso dizer sobre Michael? O que você não pode dizer? Ele era incrível. Tudo o que você pode pensar a respeito, ele era muito mais. Ele era a alma mais gentil e mais doce que você poderia conhecer.
Ele entrava na sala e era como... ‘Lá está ele!’ Era como se as nuvens se afastassem e a luz chegasse com a música.”
(Atriz e dançarina que atuou nos ensaios de This Is It)

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Paris Jackson

"Ele era um pai incrível. Nós todos o amávamos até a morte. Ele tinha essa boa energia da qual você simplesmente não queria se afastar. Tipo... você sempre ficava confortável com ele. Literalmente, cada vez que ele saía, eu dizia: Eu te amo, porque eu ficava com medo do que poderia acontecer.
Nosso lugar central era o seu quarto. Éramos somente eu, ele e meus irmãos. Não era enorme. Era apenas o lugar onde ficávamos, o núcleo da família. Seu quarto tinha uma energia tão boa... e é por isso que sempre era mais confortável lá."


Trechos da entrevista de Paris à Event Magazine em 14 de Abril de 2013.
Fonte: http://www.dailymail.co.uk
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Fonte: cartasparamichael.blogspot.com

sábado, 25 de novembro de 2017

MICHAEL JACKSON
E A ARTE DA COMPAIXÃO



Alguns trechos do texto extraído do livro de Joseph Vogel, intitulado “Earth Song: Michael Jackson e a Arte da Compaixão”, com tradução do Blog “Cartas Para Michael”.

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Talvez, o traço mais comum associado à celebridade seja o narcisismo. Em 1988, Jackson provavelmente teria tido motivos para ser absorvido. Ele era a pessoa mais famosa do planeta. Em todo lugar que viajava, ele criava histeria em massa. No dia seguinte ao seu concerto esgotado no Prater Stadium de Viena, um artigo da AP correu – “130 fãs desmaiam no Concerto de Jackson”.

Se os Beatles eram mais populares do que Jesus, como John Lennon afirmou anteriormente, Jackson teve toda a Santíssima Trindade. No entanto, enquanto Jackson apreciava a atenção – na verdade, até prosperava nela de certa forma – ele também sentia uma profunda responsabilidade em usar sua celebridade mais do que para fama e fortuna.

Em 2000, o Livro Guiness de Recordes citou a ele como a estrela Pop mais filantrópica da história. Ao longo de sua vida, ele doou mais de US$ 300 milhões a instituições de caridade, incluindo a Make-A-Wish FoundationElizabeth Taylor AIDS Foundation, NAACP, INICEF e Cruz Vermelha, entre dezenas de outras.

─ “Quando você viu as coisas que eu vi e viajou por todo o mundo, você não seria honesto com você e com o mundo para ...”[desviar o olhar], disse Jackson.

Este foi o ponto de sua música de sucesso “Man in the Mirror”, que alcançou o #1 no Billboard Hot 100, na primavera de 1988. A música era sobre um despertar pessoal. Era sobre reconhecer que a mudança não acontece sozinha. Isso exige que as pessoas se conscientizem, que se preocupem com mais do que elas mesmas, e façam algo.

[...]

“Façam essa mudança”, ele convocou seu público. Numa época muitas vezes caracterizada pelo individualismo, a ganância e o materialismo, era um hino de consciência e responsabilidade. Jackson doou todos os lucros desta música ao Camp Ronald McDonald for Good Times, ajudando as crianças que sofrem de câncer.

Ainda mais significativos do que doar dinheiro, no entanto, Jackson doou seu tempo. Em quase todas as paradas na sua Bad World Tour, ele visitou orfanatos e hospitais. Poucos dias antes de chegar à Viena, em Roma, ele passou pelo Hospital Infantil Bambin Gesu, distribuindo presentes, tirando fotos e assinando autógrafos. Antes de partir, prometeu uma doação de mais de US$ 100 mil.

Antes de um concerto em Londres, no Estádio de Wembley, ele visitou o Great Ormond Street Childen´s Hospital. Jackson passou horas falando, segurando e confortando crianças, algumas das quais eram doentes terminais.

De acordo com uma notícia local, a estrela Pop “se ajoelhou e contou histórias”; ele também “entregou dezenas de presentes, álbuns, fotos e camisetas”.

Jackson doou 100 mil libras ao hospital. Além disso, deixou uma quantia não divulgada de dinheiro para o Wishing Well Found, para ajudar o London´s Hospital for Sick Children, que ele também visitou durante sua estadia.

Ao longo da Bad World Tour, antes e depois dos concertos, Jackson teve crianças desprivilegiadas e doentes trazidas nos bastidores. “Todas as noites, as crianças entravam em macas, tão doentes que dificilmente podiam segurar a cabeça”, lembra o instrutor de voz Seth Riggs. “Michael se ajoelhava junto às macas e colocava o rosto para baixo, ao lado deles, para que ele pudesse tirar sua foto com eles e, em seguida, lhes entregava uma cópia para lembrar o momento. Eu não conseguia lidar com isso. Eu estava no banheiro, chorando. As crianças ficavam bem na sua presença. Se lhes desse mais alguns dias de energia, Michael dizia que valeria a pena”.

Em todo lugar por onde passava a turnê, ele tentava contribuir de alguma forma. Em Detroit, doou US$ 125.000 para o Museum Motown. Na cidade de Nova York, entregou US$ 600 mil para a United Negro College Found. No Japão, entregou US$ 20 mil para a família de um jovem que foi assassinado, e centenas de milhares de dólares para hospitais e escolas. Quando a turnê terminou, ele leiloou seus itens pessoais, com todos os ganhos para a UNESCO.

Este foi o homem que os tabloides britânicos passaram a chamar de “wacko Jacko”, que a revista People, menos de um ano antes, declarou na capa: “Ele está de volta. Ele é Bad. Esse cara é estranho ou o quê?”

A gentileza e a compaixão de Jackson não eram uma boa notícia. Se fossem citadas, geralmente eram enterradas por trás de histórias sobre sua cirurgia plástica ou sobre o chipanzé de estimação.

A filantropia de Jackson na Bad World Tour não era novidade. Em 1984, depois de ter seu cabelo incendiado enquanto filmava um comercial da Pepsi, Jackson inaugurou o Michael Jackson Burn Center – uma ala do Brotman Medical Center, em Culver City, um dos únicos centros de queimaduras muito necessários na área de Los Angeles.

─ “Eu queria fazer algo”, disse ele, “porque fiquei emocionado com os outros pacientes de queimadura que conheci, enquanto eu estava no hospital”.

Jackson sofreu queimaduras dolorosas, de segundo grau, no couro cabeludo, mas o pessoal do hospital se lembra dele usando grande parte do tempo, visitando e confortando outros pacientes. Jackson doou todo o montante que recebeu da Pepsi pelo acidente – US$ 1,5 milhões – para o Burn Center. Naquele ano, Jackson também doou o seu lucro individual na Victory  Tour para uma instituição de caridade – cerca de US$ 5 milhões.

Em 1985, Jackson se juntou ao esforço da USA FOR ÁFRICA, dirigido pelo ator e ativista Harry Belafonte e pelo gerente de música Ken Krager. [...]

A visão de Belafonte era reunir artistas americanos por uma causa urgente: arrecadar dinheiro e conscientizar sobre a fome na Etiópia, que estava deixando centenas de milhares de pessoas, incluindo crianças pequenas, famintas e doentes.
[...]
Em 1985, cerca de um milhão de pessoas morreram, de acordo com a ONU. Belafonte chegou ao produtor Quincy Jones e falou sobre a criação de uma música para a USAFOR ÁFRICA. Jones, por sua vez, alcançou Lionel Richie, Stevie Wonder e Michael Jackson. Como Stevie não estava disponível, Jackson e Richie ficaram à frente.

O objetivo de Jackson era escrever uma melodia para que alguém pudesse assobiar, entre culturas e bações, mesmo que não entendesse as letras. Para “We Are The World”, ele se lembra de entrar em espaços escuros, um armário ou um banheiro, e tentar imaginar as pessoas na Etiópia: suas vidas, seus sofrimentos, sua humanidade.

Quando ele trouxe algumas anotações, fez ouvir a irmã mais nova, Janet.

─ “O que você vê quando ouve esse som?”, ele perguntou.

─ “Crianças moribundas na África”, ela respondeu.

─ “Você está certa”, disse Jackson, “Isso é o que eu estava ditando da minha alma”.

Jackson continuou a desenvolver a música com Richie, nos dias e semanas seguintes. No início de janeiro, ele já havia gravado uma demo solo e enviou para Quincy Jones. Jones adorou o que ouviu. “Uma ótima música dura para a eternidade”, refletiu mais tarde o produtor. “Eu garanto que se você viajar para qualquer lugar do planeta hoje e começar a cantarolar as primeiras linhas desta música, as pessoas saberão imediatamente de qual se trata.

A sessão de gravação oficial foi agendada para 22 de janeiro de 1985, no A&M Recording Studio, em Los Angeles. [...] Quincy deixou uma placa na porta da sala, que dizia: “Deixem seus egos na porta”.

A lista de lendas que se reuniu naquela noite foi notável: Ray Charles, Bob Dylan, Stevie Wonder, Diana Ross, Bruce Springsteen, Billy Joe, Steve Perry, Tina Turnner, Cyndi Lauper, Willie Nelson e Paul Simon, entre dezenas de outros.

“Aqui, você tinha 46 das maiores estrelas da música mundial em uma sala, para ajudar as pessoas em um lugar distante, que estavam em necessidade desesperada”, lembra Jones. “Eu não acho que a experiência naquela noite será verdadeiramente duplicada novamente. Conheço e acredito no poder da música para unir as pessoas para o melhoramento da humanidade, e não pode haver um exemplo melhor disso do que o coletivo que foi “We Are The World”.

Jackson saiu do American Music Awards naquela noite e se dirigiu cedo ao estúdio par gravar sua parte. Quando o restante dos artistas chegou, ele, Lionel, Stevie e Quincy os ajudaram a aprender suas partes individuais e o coro. Ele caracterizou o processo de criação e gravação como uma “experiência espiritual”. A maioria dos artistas concordou. Eles descrevem um verdadeiro senso de alegria, unidade e propósito. “Cada segundo, naquela noite, foi mágico”, lembra Quincy Jones. “Como artistas, todos somos apenas instrumentos para os sussurros de Deus, e eu sei que Deus percorreu o estúdio naquela noite, algumas vezes”.

O resultado final, completado por volta das 8:00 da manhã, foi um majestoso, infundado pelo evangelho, um minucioso hino que acompanhou os vocais de alguns dos maiores artistas do século XX.

O New York Times o elogiou como “mais do que uma colaboração comunal sem precedentes, entre a elite da música Pop, por uma causa – é um triunfo artístico que transcende sua natureza oficial”. [...]

“We Are The World” se tornou a canção mais vendida da década de 1980, com mais de 20 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Mais importante ainda, ajudou a gerar receitas de mais de US$ 60 milhões, que foram utilizadas para enviar mais de 120 toneladas de suprimentos para a Etiópia. Os fundos posteriores também foram utilizados para mais de 70 projetos de recuperação e desenvolvimento. [...]
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Texto completo no Blog Cartas Para Michael:


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

QUEM É, VERDADEIRAMENTE, MICHAEL JACKSON
  

PARTE 1


Canal: Michael Siriano

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCUcWaIufEJqCIMdFkQCbMTA?disable_polymer=true

terça-feira, 21 de novembro de 2017



MICHAEL BY PARRELL WILLIAMS

Parrell Lanscilo Williams, é produtor musical, cantor, compositor, rapper, baterista e estilista estadunidense. Trechos de depoimento.
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O mais importante que eu tenho a dizer sobre Michael Jackson é que ele era um cara incrivelmente iluminado, superinteligente, que mudou os padrões da indústria do entretenimento.

Minha primeira lembrança dele é quando eu estava de pé diante da TV, assistindo seu desempenho [...]

E eu me lembro que corri para ele tão perto quanto pude e fui absolutamente hipnotizado por Michael. Foi uma experiência extraordinária, apenas assistir sua performance.

[...]

Naquela idade e em tal lugar (Virgínia), você só sabe que você ama e com o que você se sente conectado. Você sabe que a música, a arte e o cinema são mágicos, mas não há nada para criar essa magia, pelo menos para tomar essa “criação” possível em sua própria vida. Esta é outra das características impressionantes de Michael – o que ele fez parecia magia impossível. Ele sempre foi algo muito especial.

[...]

Ele era a pessoa mais talentosa, interessante, contraditória e iluminada que eu conheci e com quem tive a sorte de aprender de “primeira-mão”. Mas ele também era misterioso. Não posso dizer o que os óculos de sol simbolizavam para ele, porque ele colocou barreiras inacreditáveis e impenetráveis que impediam uma compreensão mais profunda.

Em termos de seu estilo, eu não aspirei a ele, literalmente, mas apenas à atitude de Michael em relação a ele. Eu amo meu senso de liberdade na moda. Michael era livre o suficiente para ser ele mesmo e se expressar. É essa dignidade que me atrai, e isso é o que é mais importante para mim.
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Fonte: Facebook de Mila Alexeeva
  

sábado, 18 de novembro de 2017

PARIS JACKSON SOCORRE PORTO RICO



Paris Jackson (19), financiada pelo Espólio de seu Pai Michael Jackson, liderou um grupo de amigos no socorro às vítimas do furacão Maria, que assolou Porto Rico, no final do mês de setembro.

E, a exemplo de seu Pai, Paris não enviou donativos. Ela os levou e dedicou seu tempo e seu carinho aos porto-riquenhos.

Em um projeto que denominou “Alívio de Porto Rico”, Paris e sua equipe, seguindo os passos de seu lendário Pai, literalmente botaram a mão na massa, em compaixão à dor humana.

Só para lembrar, Michael deixou lavrado em testamento que 20% de todos os ganhos financeiros, em seu nome, fossem doados a causas humanitárias.
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Fotos: Blog "Cartas para Michael"