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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

"COMO UM FLAUTISTA MÁGICO,
MICHAEL NOS CHAMOU PARA SEGUI-LO, ENQUANTO ELE NOS LEVAVA A DEUS"


MICHAEL by SIREN

(Autora do livro “As Sete Virtudes”)

A arte é divina. Criar é experimentar Deus. Quanto maior o refinamento desta arte, através da devoção e da absorção, maior será a conexão com Deus.

Michael sabia que se ele pudesse nos inspirar a criar, encontraríamos Deus, mesmo se não soubéssemos o que tínhamos encontrado.

Para tocar Deus é suficiente... ainda que uma vez.

Mas toque uma vez e a Luz brotará da quietude. Este toque ilumina nossas almas no fogo e a viagem, então, começou.

Como um Flautista Mágico, Michael nos chamou para segui-lo, enquanto ele nos levava a Deus, primeiro através da experiência de sua arte e, em seguida, nos incentivando a descobrir por nós mesmos.

É por isso que ele estava disposto a morrer pela causa... O SACRIFÍCIO DIVINO!
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Fontes: http://michaeljacksonchosenvoices.com
- http://cartasparamichael.blogspot.com




sábado, 7 de dezembro de 2019

NA FREQUÊNCIA DO AMOR


MICHAEL by BARBARA KAUFMANN (2)
(Educadora, escritora, ativista)

“Michael abraçou as pessoas de todas as fés e de todas as culturas do mundo. Ele viu o Divino no transcendental e a Divindade no humano. Ele viu essa luz especial, sem adulteração e sem alteração, no coração das crianças.

Despojado pelo mundo cínico e exigente, ele viu a inocência, o amor incondicional, a fé inabalável e a confiança cativante que as crianças operam como chaves para transformar o mundo. Ele as amava e ressoava com elas, porque pertencia a elas e via o mundo através desses olhos transcendentais.

Ele via o mundo não como era e é, mas como uma tela em branco para o que é possível. Ele amava as “coisas elementares” porque é aí que Deus se esconde.

Michael não é a primeira pessoa, neste planeta, a ver que “ser como uma criança é uma resposta aos problemas da humanidade e da condição humana. Ele se identificava com elas. Ele era uma de suas fileiras. Ele sabia que “uma criança os guiará”.

Apesar da doutrinação, das repreensões, admoestações, insultos e ataques, Michael manteve aquela frequência vibracional de amor e inocência que a criança inflexível conhece; ele encarnou isso”.
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Fonte: http://www.innermichael.com
- http://cartasparamichael.blogspot.com




quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

'ELE FOI UM GRANDE HUMANITÁRIO"


MICHAEL by TOM MESEREAU

Tom Mesereau – renomado criminalista que defendeu e inocentou Michael Jackson no processo por abuso infantil (2003-2005), em recente entrevista à rádio KRJ (04/01/17), se diz emocionado com o engajamento humanitário do filho mais velho de Michael Jackson, Prince Jackson (19 anos).

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“Eu acho maravilhoso! Michael era uma das pessoas mais generosas, bondosas e doadoras que eu já encontrei na minha vida.

Como eu tenho certeza de que muitas pessoas estão me ouvindo, lembrem-se que ele tinha uma regra quando estava em turnê, que era visitar hospitais infantis [e orfanatos], onde quer que se apresentasse. E ele, muito silenciosamente, pagava muitas contas...

Ele foi um grande humanitário. E é maravilhoso ver que seu filho, que é um jovem muito impressionante, está tentando seguir seus passos.

Nós vivemos em uma época em que as pessoas estão se tornando cada vez mais egoístas, em minha opinião, e precisamos de pessoas boas para estender-se aos menos afortunados e ajudar aqueles que não têm os recursos ou as oportunidades ou a sorte que muitos de nós tiveram”.
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“Para todos aqueles que julgaram um homem sem saber nada sobre ele, agora você tem uma segunda chance de, finalmente, entender quem era Michael Jackson. Seu filho está mostrando como era o coração de Michael Jackson”. (Laura Messina)

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Fontes: mjhideout.com
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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

"ELE APENAS OLHOU PARA ELA, TENTANDO COMPREENDER TUDO E TENTANDO NÃO CHORAR... MAS HAVIA UMA LÁGRIMA"


MICHAEL by CHRISITNA
(Trechos do depoimento da fã)

Este relato refere-se à visita de MJ ao Royal Children’s Hospital, em Melbourne, Austrália, em 25/11/1996, durante a HIStory World Tour.

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Minha história começa quando eu tinha cerca de 8 a 9 anos, na escola primária. Eu estava sendo tão provocada [bullying] que voltava para casa e chorava. Eu não tinha muitos amigos porque eu era uma criança quieta e, fora da escola, não era melhor. Minha melhor amiga do mundo [Sara] e suas irmãs estavam sendo espancadas e abusadas sexualmente por seu padrasto. Minha vida era horrível. Eu não conseguia escapar da dor.

Um dia, durante a aula de música na escola, nosso professor nos disse para abrirmos nosso livro de canções em “Heal The World”. Eu, rapidamente, mergulhei nas palavras e a sensação foi maravilhosa. Finalmente, havia uma canção que significava algo e poderia mudar a forma como as pessoas tratavam os outros.

Eu acho que nós cantamos a música por cerca de um mês e, toda vez, um novo sentimento lavava a minha alma. Eu levei um dos livros de música para casa, para mostrar à minha melhor amiga, que não falava muito o inglês. Eu disse a ela que tinha sido escrita por alguém chamado Michael Jackson, e nós lemos as letras juntas. Foi um conforto para nós duas.

Com o passar do tempo, a minha vida escolar e fora da escola não melhorou. Ficou muito pior. O padrasto de Sara estava bebendo mais e se tornando mais abusivo. Ele nos ameaçava matar se disséssemos a alguém... então, nós mantivemos nossas bocas fechadas.

Sara estava, constantemente, no Royal Children’s Hospital por causa das lesões causadas por ele, e eu, constantemente, faltava à escola para visitá-la. Ela tinha um enorme medo de homens. Nenhum médico do sexo masculino poderia entrar em seu quarto, ou ela iria gritar até derrubar o hospital abaixo.

Eu faltei novamente à escola para visitar Sara no hospital. Por sorte, minha mãe trabalhava a uma quadra do hospital e, sempre que eu estava doente, ela me levava para ficar com ela no trabalho. Ela me deixava na biblioteca, mas eu não ficava lá.

Naquele dia [25/11/96], eu caminhei até o hospital e havia tantos carros e pessoas com câmeras, lá fora...! Normalmente, eu poderia apenas seguir à pé e ir até Sara, mas desta vez eu fui parada e me perguntaram quem eu estava visitando, etc.

Eu estava com Sara por cerca de 2 minutos, quando seis enfermeiros entraram no quarto, dizendo que ela tinha um visitante. As enfermeiras se separaram e Michael entrou com presentes. Ele apenas olhou para mim e sorriu; então, se sentou na cama de Sara. Ela não gritou, mas apenas se sentou lá.

Ele se apresentou e perguntou o que havia acontecido com ela. Sara apenas se sentou e olhou fixamente em mim, significando: “você lhe diz”.

Eu lhe disse, rapidamente, que ela tinha sido espancada por seu padrasto.

Ele apenas olhou para ela, tentando compreender tudo e tentando não chorar. Mas havia uma lágrima. Eu me sentei e ele colocou os braços em volta de nós duas... Sara se encolheu e o empurrou para longe. Eu garanti a ela que estava tudo bem... Ele sussurrou algo para ela, e ela sorriu.

Eu conhecia Sara há cerca de dois anos e meio e nunca tinha visto o seu sorriso. Ele apenas nos abraçou por um momento e nos disse que estava OK e para não nos preocuparmos. Ele deu um presente à Sara e, quando se levantou para sair, disse: “para manter o bom trabalho”.

Eu sabia que ele queria cuidar de Sara. Michael puxou um dos médicos do sexo masculino lá fora e eles continuaram olhando para nós. Nunca descobrimos o que tinham conversado.

Ele fez o “moonwalk” no corredor para as crianças e continuou a visitar outros quartos. Foi um dia mágico!

Infelizmente, Sara era enviada de volta para seu padrasto, cada vez que ela estava no hospital, mas seu espírito mudou.

Ela poderia ter passado por um inferno em casa, mas quando estávamos juntas, mencionávamos aquele dia e sorríamos... Michael fez isso...!
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Fontes: mjhideout.com
- http://www.cartasparamichael.com.br






domingo, 1 de dezembro de 2019

"VOCÊ VÊ, EU TAMBÉM TENHO VITILIGO"


MICHAEL by DR. PATRICK TREACY

(Médico dermatologista, em seu livro “Behind the Mask”)

A porta da biblioteca estava, ligeiramente, entreaberta e eu encontrei Michael lendo o Atlas de Dermatologia Clínica, de 630 páginas, de Anthony du Vivier. Ele se sentou silenciosamente, lentamente dedilhando as palavras. Os gráficos da página que ele abriu eram, na maior parte, de adultos e crianças africanas, alguns com lepra, mas todos em vários estados e condições hipopigmentárias.

A fotografia de uma criança, que tinha uma grande mancha abdominal branca e várias mais em suas pernas, parecia captar sua atenção. Ele olhou para ela por um longo tempo, antes de começar a ler o livro, em voz alta.

“Vitiligo é geralmente simétrico, mas ocasionalmente pode ser segmentar. Os remendos são completamente pigmentados e parecem brancos, mas nem sempre nos estágios iniciais”; ele leu, depois parou e virou-se para mim.

─ Ninguém sabe quão devastada essa criança se sente. Essas fotos só contam algumas histórias. Eles nunca podem mostrar a emoção que a criança sente, aqui ─ disse ele, pressionando seu punho firmemente em seu peito.

Ele puxou uma das pernas de sua calça e disse: “Você vê, eu também tenho vitiligo”.

Eu estava bastante chocado ao ver a extensão de sua doença. Durante muito tempo, nenhum de nós falou, não ousando das palavras aos nossos pensamentos.

─ Quão ruim é isso? ─ eu perguntei. Ele pareceu pensar sobre a resposta por um momento e depois se sentou na cadeira. Timidamente, emoldurou o rosto com as mãos, levantou a camisa para mostras as manchas brancas de porcelana, em seu corpo, e disse: “É muito ruim!”

A cor negra modificada pelo vitiligo

Mão de Michael, em Dangerous Tour


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Fontes: All4michael
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